O Diário da Saúde
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ROI da inteligência artificial na saúde começa pelo benefício clínico, afirma executiva da Roche Diagnóstica

via Saúde Digital News

A mensuração do retorno financeiro gerado pela inteligência artificial no setor de saúde precisa começar pela avaliação do impacto clínico real nas atividades assistenciais, segundo perspectiva de executivos de grandes empresas de diagnóstico. Essa abordagem contrasta com modelos tradicionais que focam primeiramente em métricas econômicas, desvinculadas dos benefícios concretos entregues aos pacientes e aos profissionais de saúde.

O argumento central é que projetos de inteligência artificial só geram valor sustentável quando conseguem demonstrar melhorias verificáveis no diagnóstico, no tempo de atendimento ou na precisão das análises clínicas. Sem esses ganhos assistenciais comprovados, qualquer investimento em tecnologia tende a se tornar um custo sem justificativa clara para hospitais, clínicas e laboratórios. Dessa forma, empresas como a Roche defendem que a avaliação econômica deve vir como consequência natural dos benefícios clínicos já documentados.

Para gestores de saúde, laboratórios e hospitais, essa perspectiva muda a forma de planejar adoções de ferramentas de inteligência artificial. Em vez de buscar apenas a redução de custos operacionais ou a automação de processos, as organizações devem priorizar soluções que tragam ganho comprovável na qualidade diagnóstica ou na segurança do paciente. Essa mudança de paradigma reforça a importância de pilotos bem estruturados e acompanhamento rigoroso dos indicadores clínicos antes de qualquer escalonamento em larga escala.

Com informações de Saúde Digital News.

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