O Diário da Saúde
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Congresso Oncologia Américas debate IA, telecirurgia e CAR-T

via Medicina S/A

O Brasil enfrenta uma projeção alarmante de crescimento nos diagnósticos de câncer. Conforme dados do Instituto Nacional de Câncer, o país deve registrar aproximadamente 781 mil novos casos anuais entre 2026 e 2028, representando um aumento de cerca de 11% em relação às estimativas anteriores. Diante desse cenário desafiador, a Rede Américas, uma das principais operadoras hospitalares privadas do país, organizou um congresso especializado em oncologia para discutir estratégias de enfrentamento da doença.

O evento reuniu profissionais e especialistas entre 6 e 8 de agosto com foco em três pilares tecnológicos que prometem transformar o tratamento oncológico nos próximos anos. A inteligência artificial emerge como ferramenta capaz de aprimorar diagnósticos e personalizar protocolos terapêuticos, enquanto a telecirurgia amplia o acesso a procedimentos complexos em regiões onde especialistas são escassos. As terapias com células CAR-T, por sua vez, representam avanço significativo no tratamento de certos tipos de câncer hematológico, oferecendo opções antes indisponíveis.

Para gestores de saúde suplementar e hospitais privados, a discussão desses temas revela a urgência em modernizar a infraestrutura oncológica e integrar essas tecnologias aos serviços oferecidos. A incorporação de inteligência artificial, telecirurgia e terapias inovadoras como CAR-T demanda investimentos em capacitação profissional, equipamentos e frameworks regulatórios. Profissionais envolvidos em contratações, credenciamento e planejamento de benefícios devem acompanhar essas tendências para garantir que seus portfólios de cobertura acompanhem a evolução do mercado oncológico.

Com informações de Medicina S/A.

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