Disability inclusion in health systems and emergency management remains uneven across Latin America and the Caribbean, new report finds
Um novo relatório revela que a inclusão de pessoas com deficiência nos sistemas de saúde e nos protocolos de gestão de emergências apresenta níveis inconsistentes na América Latina e no Caribe. Essa disparidade impacta diretamente a qualidade do atendimento e a capacidade de resposta das instituições de saúde durante crises, evidenciando a necessidade de políticas mais estruturadas e uniformes na região.
Os dados do levantamento apontam que muitos países ainda carecem de estruturas adequadas para garantir acessibilidade plena em serviços essenciais de saúde. A falta de padronização nas práticas de inclusão agrava ainda mais a situação durante emergências, quando recursos já escassos precisam ser mobilizados rapidamente. Essa heterogeneidade reflete diferenças econômicas, culturais e regulatórias entre as nações, tornando a implementação de soluções universais um desafio complexo.
O relatório destaca a urgência de investimentos em capacitação de profissionais, adaptação de infraestruturas físicas e digitais, além de marcos regulatórios que obriguem a inclusão como critério obrigatório nos sistemas de saúde. Para gestores públicos, reguladores e formuladores de políticas, essas conclusões servem como alerta para intensificar ações que garantam equidade no acesso e na qualidade do cuidado oferecido a pessoas com deficiência, especialmente em cenários de crise.
Com informações de OPAS/OMS.